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Instituição Particular de Solidariedade Social Sem Fins Lucrativos  /  Instituição de Utilidade Pública.        Visite-nos no facebook
“... quem nos bate à porta, perdido, abandonado, doente, em auto destruição, excluído, siga o caminho natural do ser humano: se realize, seja parte do todo que é a sociedade...”
Algumas Opiniões

Manuel Ribas (de «O Comércio do Porto»):
     «Depois de ter visitado os Albergues Nocturnos do Porto e constatado o seu asseio, higiene e perfeita organização, louvo a sua devotada direcção e faço votos para que tão benemérita obra consiga triunfar e ter tudo que necessita».

Cónego Dr. José Soares da Rocha (ex-Professor de Estudos Sociais no Seminário Episcopal do Porto):
     «Louvo e admiro profundamente esta obra magnífica de assistência social cristã. Foi para mim, e para os alunos de Sociologia, a melhor lição prática de Sociologia cristã. Faço votos sinceros para que os católicos do Porto e almas bem formadas compreendam esta obra de tão grande alcance social, religioso e patriótico».

Dr. Alfredo de Magalhães:
     «As Obras de Misericórdia que minha santa Mãe me ensinou, quando era menino, nunca mais as esqueci. Trago-as, desde a feliz e saudosa infância, no coração e na ponta da língua.
     Mas sabê-las de cór e não as praticar é pior do que ignorá-las. Não será mesmo ofender a Deus?... Vim visitar os «Albergues Nocturnos», a instituição de assistência mais pobre, mais esquecida da nossa terra; e vou daqui satisfeito, e ao mesmo tempo… triste. Satisfeito pela solicitude cristã e humana da administração, toda ordem, aceio, economia, sendo forçoso reconhecer que ninguém faria mais nem melhor com recursos tão escassos. E triste… por verificar que tantos filantropos – há um em cada portuense – nunca, em boa verdade, se interessaram por esta Casa, cuja esfera de acção tem de crescer e desenvolver-se mais e mais na proporção em que tragicamente progride a miséria social com os seus horrores. Há tanta gente, tantos irmãos nossos, sem pão e sem abrigo! Venham todos os que podem – mas todos! – cumprir o ser dever, que é, na união fraterna, a força generosa da vida. Eu já comecei a cumprir o meu. E não tenham receio: a fazer o bem, não há memória que alguém se arruinasse».

Jaime Ferreira (de «O Comércio do Porto»):
     «Após ter dormido aqui uma noite, para viver o ambiente de felicidade dos desprotegidos da sorte que se acolhem a este Albergue Nocturno, não posso deixar de consignar a minha admiração por esta casa que almas bondosas auxiliam e dirigem.
     A reportagem, que publicar, falará ao povo que desconhece esta magnífica Instituição».

Tenente-Coronel F. Pereira de Vilhena (ex-Presidente do Albergue Distrital de Lisboa):
     «Conhecia pela Imprensa os Albergues Nocturnos do Porto e tive sempre desejo de os visitar. Aproveitando uma oportunidade desta rápida passagem pelo Porto não posso deixar de manifestar a minha admiração pela Obra Cristã e Social desta Instituição, pela modelar administração, pela inteligente e exemplar direcção dos seus Chefes. É consolador ver que a caridade se exerce aqui tal qual foi concebida, sem alardes, humilde e modestamente, com devoção e sacrifício. Formidável exemplo para todos quantos queiram dedicar um pouco da sua existência ao bem dos seus semelhantes necessitados!»

Dr Artur de Magalhães Basto:
     «Confesso, com vergonha sim, com vergonha! que nunca tinha aqui entrado. E como poderia eu imaginar o que é esta Casa! Tanta miséria, tanta dor, tanto farrapo humano a que estes tectos hão-se ter dado algum conforto! Isso imaginava-o eu! Que não podia supor é que cá dentro houvesse tanto asseio, tanta ordem, tanta luz, tanto sol! Bem haja quem, à custa de dedicação e sacrifícios, que são fáceis de calcular, mantém está notável Obra de Caridades».

Coronel João Namorado d’Aguiar (ex-Comandante da P.S.P. do Porto):
     «Não julgo útil relatar elogios porque os visitantes anteriores os fizeram e muito merecidos. Apenas lastimo que os exíguos recursos pecuniários não permitam maior latitude ao Benemérito Estabelecimento».

Luís Cardim (Professor jubilado da Universidade do Porto):
     «Maravilhado com a visita aos Albergues Nocturnos do Porto, desejo a esta benemérita Instituição todas as prosperidades, para bem dos pobres e conforto das almas generosas que a protegem».

Padre José de Oliveira Costa Maia:
     «Saio maravilhado com o asseio desta casa, e ao mesmo tempo levo no coração uma satisfação de saber que ainda alguém neste mundo se não esquece dos pobres».

Capitão Armando Nery Teixeira (ex-Secretário do Governador Civil do Porto e ex-Governador Civil de Braga):
     «Ao visitar os «Albergues Nocturnos do Porto» fiquei maravilhado com o asseio e cuidado das instalações que vi. Não supunha possível que, com estes escassos recursos, se pudesse realizar obra tão grande. Sente-se que a falta de recursos é suprida pela magnífica dedicação de quantos trabalham por esta casa.»

Dr. Álvaro de Mendonça e Moura (ex-Director dos Serviços de desinfecções públicas do Porto):
     «Encantado com o aspecto da irrepreensível higiene que em todo este admirável Albergue se nota, e com as adequadas medidas higiénicas adoptadas, sinto-me feliz por poder exprimir à sua Direcção a minha simpática e profunda admiração».

Professor Armindo Lopes:
     «Tendo feito uma expontânea visita a estes «Albergues Nocturnos», confesso que os meus olhos se sentem colocados diante duma coisa inédita! Destinados a recolher infelizes que certamente nunca souberam o que era asseio e limpeza, tais infelizes, além de receberem a esmola de os deixarem dormir, aconchegados e esquecidos das intempéries que vão lá por fora, colhem também, com os exemplos aqui recebidos, uma benéfica lição de higiene».

Fernando Guimarães (do «Diário de Coimbra»):
     «Poucos organismos de caridade tenho encontrado como este. Bem montado, óptimamente dirigido, é em toda a sua estrutura, verdadeiramente exemplar. Revela asseio, benemerência e acolhe os desprotegidos duma forma altamente elevada sob o espírito cristão».

Otto Machado Falcão:
     «Abençoo o acaso feliz que me fez visitar esta Instituição e saio dela maravilhado com a ordem e limpeza que observei. Só uma dedicação enorme e uma compreensão muito perfeita de caridade cristã podem conseguir um tão grande triunfo».

Laurentino dos Reis Melo(de «O Século»):
     «Sinto o coração bem a palpitar por ver que no nosso País, existe algo de muito bom. Os Albergues Nocturnos do Porto são bem aquilo que preciso é em todas as casas de bem-fazer. Lindos e arejados dormitórios e tudo o que pode dispor bem os infelizes a quem a sorte faltou. Bem é de louvar quem cuida com tanto carinho desta casa.
     Que todos auxiliem esta obra de bem-fazer».

Padre José Correia de Noronha:
     «Fiquei encantado com o que vi neste Albergue. A Caridade, aqui exercida, para com os pobrezinhos, será a réstea de luz que iluminará a sua indigência, sublimando-a num sorriso de conforto e de esperança».

Coronel António Rodrigues dos Santos Júnior (1º Comandante da P.S.P. do Porto):
     «Depois da visita feita aos Albergues Nocturnos não posso deixar de proferir palavras de muito louvor por tudo quanto neles se faz em benefício dos desgraçados que se acolhem dentro das suas paredes, onde se respira uma ambiente de inexcedível asseio, conforto e muito carinho, que só é possível com a elevada devoção dispensada pelos seus dirigentes à causa que nobremente servem».

Dr. Júlio Augusto Cardoso:
     «Não esperava ver o que vi dentro desta casa, onde se respira amor e a caridade aos pobres. Estão de parabéns os seus dirigentes que com tanta abnegação se sacrificam pelo bem-estar dos outros».

Coronel Aníbal Bessa (ex-Governador Civil do Porto):
     «Saio daqui encantado com o que vi, e não compreendendo ainda bem como é possível, em obra desta natureza, se consiga manter o asseio irrepreensível que aqui se nota. Só dedicações excepcionais o podem conseguir».

General Júlio Botelho Moniz (ex-Ministro do Interior e da Guerra):
     «Levo desta visita as melhores impressões e consola-me verificar que todos os que nesta obra colaboram poem o melhor da sua dedicação e boa compreensão pelos deveres de assistência a quem mais precisa».

Major Raul Ferreira Braga (ex-1º Comandante da P.S.P. do Porto):
     «Obra admirável que proporciona bem-estar que só pode avaliar quem já sentiu a falta duma cama e o carinho dum lar. E os que por aqui passam bem o conhecem».

Jorge César Oom (Major de Engenharia):
     «É com verdadeiro prazer que aqui digo que muito satisfeito fiquei com esta visita: o asseio, a ordem e tudo o que mostra uma organização superior deixaram a impressão nítida de que esta casa será entregue nas mãos de quem faz da sua missão um sacerdócio. Resta-me felicitar todos pela esplêndida e altruísta obra».

Padre Alfredo Ferreira Sanches (falecido Abade de Matosinhos e Director Espiritual do Seminário de Teologia):
     «Empenhados em adaptar uma parte da nossa Casa dos Pobres de Matosinhos, a Albergues Nocturnos, viemos visitar esta casa, para muitos desconhecida, com o intuito de colher ideias sobre o assunto. Conhecedores, de perto, de casas deste género, podemos afirmar que não encontramos ainda tanto asseio, ordem, higiene e sobretudo tanto carinho e amparo moral dos infelizes que aqui procuram e encontram um pouco de felicidade que lhes faltava. As nossas felicitações a todos que se interessam por esta obra admirável e sobretudo à sua directora que com tanto amor se dedica a esta obra».

Da Poetisa D. Ludovina Frias de Matos:
     «Os Albergues Nocturnos do Porto são uma obra admirável que honra a Cidade Invicta e honra, sobretudo, aqueles que a ela se dedicam com tão desvelado amor!
     Se fosse muito rica, dar-lhe-ia dinheiro, muito dinheiro… Assim, dei-lhe apenas as minhas lágrimas».

João Paulo Freire (do «Jornal de Notícias»):
     «Visitei com o maior prazer esta benemérita instituição que bem merecia da Cidade do Porto um cuidado especial e uma protecção especialíssima».

Tenente Francisco Cardoso Rangel (Delegado do Albergue Distrital da Mendicidade da P.S.P.):
     «Abençoados sejam todos aqueles que contribuem, de qualquer forma, para a manutenção de Instituições desta natureza, que a tantos infelizes valem, proporcionando-lhes uma cama limpa! É intensa a satisfação em ver o asseio, limpeza, cuidado que em tudo se verifica, reconhecendo o trabalho e esforço a que obrigam as pessoas carregadas da direcção deste estabelecimento».

Dr. João de Deus Ramos:
     «Curvo-me reverente e comovido perante a alta benemerência de quem fundou e de quem dirige e mantém, tão cristianíssima obra de caridade».

Eng.º Mário Kol d’Alvarenga:
     «Verdadeiramente encantado com o que acabo de presenciar nesta bela instituição, só tenho que louvar os que contribuem ou acompanham e amparam os que se acolhem a esta Casa».

D. Maria José Guimarães Pestana da Silva Leão:
     «Esta casa faz imenso bem, tem valido a muitos pobrezinhos, meus conhecidos, que aqui tem vindo ficar. A ordem, o asseio e higiene que aqui encontra, é uma maravilha.
     Felicito a todos que trabalham nesta magnífica Obra; Deus os ajude! Estou muito grata à boa Directora, que tão bem sabe consolar os que choram e tanto sofrem! Bem haja!»

Da escritora D. Isaura Correia Santos:
     «Dormir… esquecer… ter uma sopinha suculenta e dormir numa cama limpa e confortável, esquecendo, entretanto, as agruras da vida, é o objectivo da gente pobre – e tanta ela é – que entra nestes Albergues – dos quais, a sua competentíssima Directora, com os seus sorrisos palavras amigas e boa vontade, afasta a sombra das tragédias que por eles passam dia a dia.
     Bem hajam os que contribuem para a manutenção desta utilíssima Obra».

Dr. Gil da Costa (Director da Liga Portuguesa de Profilaxia Social):
     «Curvo-me com todo o respeito perante uma obra de tanta beleza moral, de tão sublime fraternidade cristã».

Eng.º José da Costa Lima (ex-Governador Civil do Porto):
     «Iniciativa que os benfeitores de hoje souberam manter no nível elevado que foi anceio dos benfeitores de ontem, que a instituíram! Sensibilizado, lhes rendo as minhas homenagens, fazendo votos por que o Estado jamais lhes negue o seu auxílio, como é de justiça e do maior proveito para a Sociedade».

Dr. Domingos Braga da Cruz (Provedor da Misericórdia e ex-Governador Civil do Porto):
     «Muito embora já conhecesse a Instituição dos «Albergues Nocturnos do Porto» e os valiosíssimos serviços que presta, acolhendo, todas as noites, tantas dezenas de necessitados, só agora, após demorada visita às suas instalações e de ter assistido à entrada dos que aqui albergam, e provado da sua ceia, do seu saboroso caldo, eu pude verificar, com a maior satisfação, que os que servem a Instituição estão animados de verdadeiro espírito de caridade cristã, desde a sua digna Administração, em especial o seu benemérito Presidente, até à abnegada Senhora Regente, que tudo dirige com solicitude e carinho.
     Para todos, a minha respeitosa homenagem e o meu mais vivo agradecimento».

Dr. Agostinho de Almeida Matos:
     «Confesso que não conhecia esta admirável obra! E fiquei profundamente surpreendido, e emocionado com tudo quanto deparei nesta visita, que para mim tem duplo valor, pois foi uma visita de surpresa.
     Obras como esta não se esquecem mais, e isso se dará comigo.
     Aos seus Dirigentes, as minhas homenagens pelo desvelo e carinho com que sabem tratar de tudo isto».

Dr. Justino Cruz (Secretário das Conferências de S. Vicente de Paulo – Acção Social das):
     «Só sei dizer: admirável!»

Dr. Elysio de Oliveira Alves Pimenta (ex-Governador Civil do Porto):
     «Os Albergues Nocturnos do Porto representam bem o padrão que tornou notável a nossa cidade como a capital da caridade. Aqui se recebem de coração aberto todos os que batam à porta e necessitem de amparo material e moral.
     A verdadeira caridade não olha a quem se dirige, dirige-se a todos, desde que necessitem que lhe abram os braços e o coração. Vou daqui confortado perante tudo quanto me foi dado a ver e sentir».

A. de Carvalho (Pela Direcção de «Os Amigos do Porto»):
     «Os «Amigos do Porto» visitaram esta instituição. De coração inclinado em admiração pela obra de assistência que esta nobilíssima Casa representa, bendizemos os seus benfeitores, que, exalçando a cidade do Porto, dignificam a alma boa dos portugueses».

Padre Evaristo de Vasconcelos, S. J.:
     «É melhor dar que receber (N. S. Jesus Cristo), eis o lema deste Albergue, que é um coração aberto aos pobrezinhos do Porto; os pobrezinhos, irmãos de Cristo».

D. Maria de Lourdes Sousa (de «O Diário do Norte»):
     «Refúgio de desvalidos, só Deus saberá fazer o balanço de quanto Bem vem espalhando».

Padre Alexandrino Alves Ferreira Brochado (Delegado da CARITAS Diocesana):
     «Depois do que observei nesta Obra admirável de autêntica caridade cristã, saí com o desejo e a noção de obrigatoriedade de alguma coisa fazer pela legião imensa daqueles que por aqui passam para resolver um drama, para matar a fome ou para buscar o aconchego duma cama limpa. Que Deus abençoe todos os que aqui trabalham e de alguma maneira contribuem para a manutenção de obra tão bela como a dos Albergues Nocturnos».

Dr. A. De Sousa Machado (ex-Governador Civil do Porto – substituto):
     «Admirável o asseio aqui franqueado para quem talvez não pensasse sequer no abrigo duma telha!
     As minhas felicitações à Direcção que tão nobremente vão correspondendo ao desejo real do Senhor Dom Luiz».

Dr. Alberto Agathão Lança:
     «A Associação dos Albergues Nocturnos do Porto, dignifica bem a cidade Invicta, pela grande Obra em favor dos desprotegidos. Os cuidados dispensados a todos os que deles tem precisão, mostram bem o coração bondoso de quem os dirige».

Dr. Mário de Almeida (ex-governador Civil do Porto):
     «As minhas impressões, encerro-as nesta palavra «Encantado!».

D. Isaura Costa Almeida:
     «Não tenho palavras para exprimir a minha admiração pela direcção desta casa, tal é o asseio e bom gosto que se nota nos mínimos detalhes. Se não fosse crente, isto bastaria para me convencer, que Deus destina estas missões abençoadas aos seus escolhidos».

Augusto Gomes de Oliveira:
     «Obra comovedora e emocionante é esta, a dos Albergues Nocturnos do Porto. Felizes os pobres que aqui encontram abrigo alimento e carinho das pessoas bem-fazejas».

Jaime Pimentel de Faro (Secretário dos Amigos do Porto):
     «Não tenho palavras suficientemente eloquentes com que possa exprimir a minha admiração por obra de tão grande alcance social como esta».

Dr. José de Azeredo Perdigão (Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian):
     «Visitei a instituição e compreendi imediatamente, isto é, sem qualquer esforço, que ela realiza uma bela obra de solidariedade humana.
     Merece, por consequência, o auxílio de todos os que, mais ou menos, o podem prestar.
     Se todos cumprirem esta obrigação fundamental, a obra não deixará de se desenvolver e alargar a sua generosa acção.
     A Fundação Calouste Gulbenkian não deixará de considerar as necessidades desta bela obra, respeitando embora, como tem de ser, os princípios essenciais da sua actuação».

Dr. Marco António Costa – Secretário de Estado da Segurança Social
      “A minha presença na noite de Natal é também um reconhecimento pelo enorme e importante trabalho que desempenham a favor da Sociedade Portuguesa.
     Bem Hajam pelo bem fazer a quem mais precisa de uma mão amiga”

Dra. Ana Cristina Venâncio – Directora Adjunta do Centro Distrital da Segurança Social - Porto
      “Nesta primeira visita que realizei aos Albergues Nocturnos do Porto, deixo um pensamento de Fernando Pessoa que transmite aquilo que senti nesta casa: “Eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura”. Um abraço com amizade e a promessa de voltar.”


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